A greve dos bancários foi considerada a mais forte
Foram quase 100% de adesão
A grave dos
bancários no estado de Pernambuco foi bastante forte, segundo a presidente da Federação
dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Nordeste (Fetrafi-NE), Jaqueline Mello,
foram quase 100% de adesão em toda a cidade do Recife e Região Metropolitana
(RMR), e 80% no interior. Foram 10 dias
de paralisação, resistência e protesto em diversos estados e cidades como Rio
de Janeiro, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Brasília, Distrito Federal,
Ceará, Bahia, Pará, Espírito Santo e Rio Grande do Sul .
As assembleias
foram realizadas no período da noite no Sindicato dos Bancários, situado na
Manoel Borda, no bairro da Boa Vista, Área Central do Recife, onde os bancários
pediam um reajuste de 10,25%, contra os 7,5% oferecidos na proposta da
Federação Nacional de Bancos (Fenaban), representando um aumento real de 2%. De
acordo com a presidente, essa foi uma das maiores greves da categoria, e que
conseguiram um resultado bom.
Entre as vitórias
alcançadas, Jaqueline destacou o Plano Piloto de Segurança, que contêm câmeras de
segurança, uma porta detectora de metais e principalmente, o biombo, para
evitar as “saidinhas de banco”, além do aumento do efetivo.
Nesta última quarta-feira
(26) foram realizadas numa mesma noite, várias assembleias para discutir se
iria ou não colocar um fim na greve. Os bancos privados e a Caixa Econômica
Federal decidiram aceitar o término da paralisação, mas o Banco do Brasil (BB) resistiu
a decisão, mas voltou atrás na última reunião na quinta-feira (27), já o e o
Banco do Nordeste (BNB) terminou a avaliação das propostas e cedeu no mesmo
dia.
Nesta sexta-feira
(28), todos os bancos da cidade e RMR abrirão as portas, mas ainda não se sabe
como será o procedimento de pagamento das contas que ficaram atrasadas durante
a grave.
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